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O que mudou, em ordem, e por que mudou. O motivo está aqui porque num app que existe para dizer de onde veio cada número, saber o que mudou sem saber por quê não ajuda a decidir se o painel de ontem ainda vale.
15 de setembro de 2026
O app lê a DCR e o CNIR
NovoEram os dois últimos cadastros que ficavam só guardados. A DCR entrega 53 campos e se confere quase toda sozinha — cinco somas do próprio documento fecham entre si. O CNIR entrega o par código INCRA ↔ CIB e as pendências que o INCRA tem em aberto.
Por quê: Eram os dois documentos que o app pedia e não sabia ler. E cada um trouxe algo que nenhum outro papel diz: a DCR é a única fonte de quem mora e quem trabalha no imóvel — daí o grupo novo "Pessoas e trabalho" no Resumo, que até ontem não existia porque não tinha fonte —, e a seção 8 do CNIR é a única que diz, em campo estruturado, que o INCRA está esperando alguma coisa.
A idade da declaração ao INCRA agora vem da própria DCR
NovoO Formulário de Uso traz, no alto, o período a que as informações se referem. É por ele que a pendência de cadastro passa a ser medida.
Por quê: Antes só o CCIR respondia, pela data de processamento — que diz quando o INCRA mexeu no cadastro, não o que foi declarado. Num imóvel medido, o espelho foi impresso em agosto de 2025 e o período declarado é maio/2016 a abril/2017. Nove anos de diferença entre as duas datas, e só uma delas conta a verdade.
A matriz do Resumo ganhou a coluna "Área de posse"
NovoAo lado de "Área registrada", que continua existindo.
Por quê: Enquanto só havia área registrada, um imóvel sem matrícula aparecia com 0,0000 e parecia não ter área nenhuma. Dos três imóveis cadastrados, dois têm registrada zerada e a área inteira em posse a justo título. Zero na única coluna que existe não é informação faltando — é o app dizendo a coisa errada sobre a maior parte da terra rural do país.
O CNIR de vários imóveis não contamina o imóvel em que foi enviado
AjusteO CNIR sai de duas telas: o extrato de um imóvel e a lista "Meus Imóveis", que traz todos. Quando é a lista, as linhas ficam guardadas como inventário e não entram na comparação deste imóvel.
Por quê: A lista veio pendurada num imóvel só, e trazia seis. Sem a separação, a área de cinco imóveis alheios entraria como área deste e o app apontaria divergências que não existem — inventando exatamente o defeito que ele existe para achar. A separação é feita no servidor, e não por instrução à IA: instrução é pedido, código é porta.
09 de setembro de 2026
O aviso de documento incompleto voltou a ter ponto final
CorreçãoA frase que descreve o que falta no arquivo emendava na frase seguinte sem pontuação: "…nem a tarja de certificação Mande o arquivo completo…". Agora as duas são duas.
Por quê: A descrição do que falta é escrita pela IA, e texto de modelo não vem pontuado para o que vier depois — ele devolve um sintagma, porque foi isso que se pediu. O erro era da emenda, não do modelo: instruir a IA a terminar em ponto seria pedir a ela que resolvesse tipografia do app, e falharia de vez em quando, calada. E o primeiro teste que escrevi para isto reprovou o texto já corrigido, porque procurava "minúscula, espaço, maiúscula" na frase inteira e casou em "termina em OCPG-P-21038", onde a maiúscula é o código de um vértice. O defeito nunca esteve no texto inteiro: esteve no último caractere antes da frase seguinte, e é esse ponto que passou a ser medido.
08 de setembro de 2026
Nenhum CPF completo fica guardado
CorreçãoOs CPFs passam a ser gravados só com os seis dígitos do meio — inclusive dentro do trecho citado do documento, que antes vinha literal. Os 30 que já estavam no banco foram mascarados.
Por quê: Toda instrução de leitura mandava devolver só os seis do meio, e todas obedeciam no VALOR. O trecho é cópia literal do papel, e o papel traz o CPF inteiro — então a regra vazava por onde ninguém olhava. Eram nove pessoas, inclusive quem vendeu a terra em 1994 e nunca usou este aplicativo. Agora o corte é feito no servidor, sobre tudo o que a leitura devolve: não depende mais de a instrução ser obedecida.
O app avisa quando falta página no documento
NovoToda leitura passou a responder se o arquivo chegou inteiro. Quando falta, o card diz o que falta — "faltam as páginas 2 a 4 de 4" — em vez de só anunciar quantos campos leu.
Por quê: Chegaram dois arquivos que diziam no próprio corpo estar pela metade: um memorial com "Página 1/4" no rodapé, e a foto da primeira folha de um contrato, sem a folha da data e das assinaturas. O app leria os dois e diria "li 24 campos", com toda a razão e sem dizer que o resto não veio. Número certo lido de documento incompleto engana igual.
Dá para trocar o tipo de um documento já enviado
NovoCada documento na lista tem agora "Não é isto — trocar o tipo". Trocar apaga a leitura antiga (a tela diz quantos campos, antes de você decidir) e relê na hora com o esquema certo.
Por quê: A descrição do tipo "Outro" prometia: "guarde assim mesmo, é melhor ter e classificar depois". Não existia classificar depois. Um contrato de compra e venda foi arquivado como "Outro" — um tipo que a IA não lê — e o papel que estabelece a posse do imóvel ficou invisível para a análise. Escolher o tipo na hora do envio é a hora errada: quem envia está olhando o nome do arquivo, não o conteúdo.
O app lê o georreferenciamento
NovoA planta e o memorial descritivo do SIGEF passaram a ser lidos: área certificada, perímetro, código e data da certificação, os confrontantes com a matrícula de cada um, e — o que faltava — se a certificação já foi confirmada em cartório.
Por quê: Um imóvel tinha a planta certificada pelo INCRA com 14,7836 ha e o CCIR, emitido depois, dizia "área certificada 0,0000". O app concluía que faltava georreferenciamento e mandava contratar medição a quem já tinha pago por uma. O zero do cadastro não quer dizer "não mediu": quer dizer "mediu e o cartório ainda não averbou", e as duas situações pedem coisas opostas.
Escritura, aforamento, posse e contrato de compra e venda podem ser enviados
CorreçãoOs cinco tipos que existem no lugar da matrícula estavam na tela desde 29/08 e o envio de qualquer um deles falhava. O banco não os conhecia. Agora conhece.
Por quê: A mudança de 29/08 foi feita justamente para aceitar quem não tem matrícula — a maior parte da terra rural brasileira. Tudo foi construído: os tipos, a leitura, o fluxograma, o checklist. Faltou uma linha no banco, e o efeito foi o pior possível: o app oferecia a opção, explicava para que serve, e recusava o arquivo no fim. As medições que existiam conferiam o código contra o código e passavam todas; nenhuma atravessava a fronteira com o banco, que é onde duas listas iguais divergem sem fazer barulho. Agora há uma que atravessa.
29 de agosto de 2026
O app usa a tela inteira no computador
AjusteA área de conteúdo foi de 768 para 1152 pixels, e a tabela do Resumo e o fluxograma passam disso quando há espaço — sem barra de rolagem horizontal. O texto continua limitado a 68 caracteres por linha.
Por quê: A maior parte do uso é em computador, e metade da tela ficava vazia. Mas largura de coluna e largura de leitura são coisas diferentes: uma linha de 1100 pixels tem 160 caracteres, e o olho perde o começo da linha seguinte.
A tabela do Resumo ganhou coluna congelada e grupos que fecham
NovoO nome do documento e o ano ficam parados enquanto você rola para o lado, separados por uma borda verde. Cada universo de métricas — Áreas, Uso, Valores, Cadastro — pode ser recolhido.
Por quê: Rolando até "Imposto devido", já não se sabia de qual documento aquele número era. E vinte e duas colunas em quatro universos precisam de uma fronteira visível entre eles.
"Sem leitura" virou um caminho
NovoClicar em "ler agora" na tabela do Resumo abre o imóvel com a carta de Documentos já aberta, a lista expandida, e o documento destacado.
Por quê: A célula dizia o que faltava e deixava a pessoa procurar onde resolver — voltar para Imóveis, achar o imóvel, abrir duas coisas, achar o papel. Cinco passos para uma informação que a tela já tinha.
O Resumo virou uma tabela de números
NovoUm documento por linha, uma métrica por coluna: área total, registrada, certificada, APP, Reserva Legal, tributável, pastagem, VTN, imposto, módulo fiscal. Documentos anuais aparecem uma vez por exercício. Dá para baixar em planilha.
Por quê: A versão anterior contava papel — ✓ e ✖ por documento. Contar papel não é resumir imóvel: quem abre o Resumo quer os números, e quer comparar o que cada documento diz sobre a mesma coisa. A presença do papel não sumiu, virou o estado "pendente de envio" de cada célula, que diz mais: diz sobre o quê o papel faltante ia informar.
O ano do documento voltou a aparecer
CorreçãoOnde a tela dizia "sem data", agora diz CCIR 2026 e DITR 2025.
Por quê: O código lia a coluna errada: `data_origem` guarda o NOME do campo de onde a data veio ("exercicio"), e a data está em `data_documento`. `new Date("exercicio")` é uma data inválida, e o ano saía nulo em todo documento — sem erro em lugar nenhum. Também quebrava a ordenação da lista por data do documento.
A página do imóvel virou quatro cartas fechadas
AjusteDocumentos, o que a lei exige, o que precisa de atenção e os números — cada uma fechada, com um resumo à mostra: "3 em dia · 3 pendentes · 2 sem documento para saber". Você abre a que interessa.
Por quê: A página tinha virado uma rolagem longa em que tudo competia com tudo, e quem lê devagar pagava o preço. O resumo é o que faz a escolha ser possível de fora — quatro cartas fechadas sem resumo obrigariam a abrir as quatro.
A matrícula deixou de ser exigência, e virou destino
NovoO app agora aceita escritura não registrada, aforamento da Igreja ou da União, título de regularização fundiária, contrato de compra e venda e declaração de posse — e lê os cinco. Cada um diz o que estabelece, o que não permite, e qual é o caminho até o registro.
Por quê: Tratar a matrícula como cláusula pétrea é idealismo: a maior parte da terra rural brasileira não tem uma. O próprio Estado já reconhece posse — o CCIR classifica "posse por simples ocupação", a Lei 9.393/96 cobra ITR do possuidor a qualquer título, e a Lei 12.651 obriga o possuidor ao CAR. Quem exige registro é o cartório, e o app estava falando como cartório.
O botão de ouvir subiu para o topo do card
AjusteEle ficava no rodapé, depois de todo o texto.
Por quê: Quem descobria que podia ouvir já tinha lido tudo — o botão chegava quando não servia mais. A escolha tem de estar disponível antes de o esforço acontecer.
O demonstrativo do CAR e o CAFIR passaram a ser lidos
NovoDo demonstrativo sai o que só ele diz: a situação da análise pelo órgão do estado, e a área a recompor. Do CAFIR saem o CIB, a área que a Receita tem no cadastro e a lista de condôminos.
Por quê: O pai do Danilo subiu o demonstrativo do CAR — que o próprio checklist manda buscar — e recebeu "ainda não sei ler este tipo". Ele leu como erro, e estava certo: pedir um documento e depois recusá-lo é o app se contradizendo. O CAFIR estava na mesma situação, esperando acontecer.
Documento guardado deixou de parecer erro
AjusteO aviso dos tipos que a IA ainda não lê era âmbar, a cor de atenção do app, e ficava onde o botão de ação estaria. Agora é cinza e começa por "Guardado".
Por quê: Cor de aviso no lugar de um botão é um aviso, por mais gentil que seja o texto. Guardar o arquivo é um serviço completo em si — ele é a prova —, e a mensagem passou a começar pelo que deu certo.
O convite parou de mudar sozinho
CorreçãoOs convites abertos agora aparecem em lista, com o código à vista, e gerar de novo devolve o mesmo. Trocar o código virou um botão próprio, para quando você desconfiar que ele vazou.
Por quê: O código aparecia uma vez só, logo depois de gerar. Quem fechasse a tela e quisesse relê-lo era obrigado a clicar em "Gerar convite" de novo — e isso invalidava o código que já tinha ido pelo WhatsApp. O app punia quem fechou a tela.
Os e-mails de acesso saem do endereço do Isidorus
AjusteO código de seis dígitos agora chega de isidorus@summalabore.com.br, com desenho próprio: fundo claro, o código em 36 pixels numa caixa verde, e o número também no assunto e na prévia da caixa de entrada.
Por quê: O envio embutido do Supabase é para desenvolvimento e tem teto baixo de mensagens por hora. O modo de falhar era o pior possível: a pessoa pede o código, não recebe nada, e não há erro em tela nenhuma — o problema acontece na caixa de entrada dela.
A análise se refaz sozinha quando um documento muda
CorreçãoEnviar, ler, conferir campo ou apagar um documento agora refazem a análise na tela. Vale para qualquer tipo de documento, e a tela avisa enquanto está recontando.
Por quê: A análise é calculada no servidor e o envio acontece no navegador — o servidor não ficava sabendo. Dava para conferir a matrícula inteira e o checklist continuar dizendo que ela não tinha sido enviada, com os 51 campos já gravados. Os dados estavam certos; a tela é que era de antes.
A matrícula agora é lida
CorreçãoO app passou a ler a matrícula: área registrada, quem é dono hoje e com que fração, os atos na ordem, os ônus com a situação de cada um, e o valor de aquisição. A data da certidão vem do próprio papel.
Por quê: O checklist mandava enviar a matrícula — "é o documento que mais falta aqui" — e o app aceitava o arquivo e não fazia nada: nenhum botão, nenhum campo, nenhuma explicação. Pedir um documento e depois engoli-lo calado é pior que não pedir.
Documento que o app não sabe ler passou a dizer isso
AjusteTipos sem leitor — DCR, CAFIR, georreferenciamento e outros — mostram um aviso no card: o arquivo fica guardado e serve de prova, mas os campos dele ainda não entram na análise.
Por quê: A ausência era silenciosa: o botão de ler simplesmente não aparecia, e quem enviava concluía que o app tinha quebrado. Estava certo em concluir — nada na tela dizia o contrário.
Perguntar falando, e ouvir a resposta
NovoO ajudante ganhou microfone. Quem dita "meu cê cê i erre está em dia" tem a sigla remontada antes de a pergunta sair, e quem pergunta por voz recebe a resposta lida de volta, com as siglas soletradas.
Por quê: Digitar numa tela pequena com zoom alto é o gargalo de quem enxerga mal. Uma ressalva importante: ouvir acontece dentro do aparelho, mas ditar envia o áudio para o serviço de fala do navegador — por isso o microfone nunca fica escutando sozinho.
O ajudante passou a ser visível
AjusteO painel tinha 1,09 de contraste contra a página, e a borda 1,57. Agora o cabeçalho é verde sólido com texto escuro, e a borda subiu para 8,16.
Por quê: Levantado pelo Danilo: ele abriu o ajudante e não conseguiu ver onde ele começava. A inversão fica só no cabeçalho — o corpo continua escuro, porque é nele que se leem respostas longas, e texto corrido sobre verde saturado cansa.
28 de agosto de 2026
A IA lê o documento e propõe os campos
NovoEnvie o PDF e o app extrai os campos, cada um com o trecho de onde saiu. Nada entra na análise antes de alguém confirmar.
Por quê: Número digitado do zero não tem trecho, não tem página e não tem contra o quê ser conferido. A digitação existe só para corrigir o que a IA leu errado — nunca como origem.
A máquina confere o que a máquina leu
NovoDe 133 campos extraídos, 107 são conferidos por aritmética: as áreas do CCIR somam o total, as do CAR fecham, as sete equações da DITR batem. Sobram 26 para olho humano.
Por quê: Ninguém confere 133 campos com diligência — é a fadiga do consentimento, e o resultado é gente clicando "confirmar" em tudo. Conferir 26 é possível; conferir 133 é teatro.
O ano vem do documento, não de quem digita
NovoA data de cada papel é lida do próprio papel e gravada por gatilho no banco. O recibo do CAR do Sítio dos Pinheiros é de 2015, e o app agora sabe disso sozinho.
Por quê: O campo de exercício ficava em branco enquanto o documento dizia o ano na primeira linha. Pedir para digitar o que está impresso é criar erro onde não havia.
Checklist das exigências, com um terceiro estado
NovoNove exigências legais, cada uma com ✓, ✖ ou "?". O "?" diz o nome do documento que falta e por que ele importa.
Por quê: Os alertas só falavam do que o app TINHA. Uma exigência sem documento nenhum era invisível — e é a mais perigosa, porque some da tela em vez de aparecer em vermelho.
Ler em voz alta, e um ⓘ em cada sigla
NovoCada card tem botão de ouvir, e toda sigla do ramo — CCIR, CAR, APP, módulo fiscal, grau de utilização — ganha um ⓘ com a explicação.
Por quê: É um domínio feito de siglas, e o jargão é justamente o nome que quem não é do ramo não usa. Um app que fala a língua do cartório com quem só quer cuidar da terra da família está falando sozinho.
O app pode ser instalado no celular
NovoÍcone na tela inicial, abre em tela cheia, e o service worker de propósito NÃO guarda o app em cache.
Por quê: Cache de aplicação faz o conserto de amanhã nunca chegar, e o sintoma é uma tela que nunca muda, sem erro em lugar nenhum. Abrir rápido não vale esse preço.
Quatro abas: Imóveis, Resumo, Fluxograma e Perfil
NovoA casa deixou de ser um nível de navegação. O Resumo mostra uma tabela por imóvel com ✓ ✖ ? por documento e o histórico dos anuais.
Por quê: Para chegar num imóvel era preciso passar por "suas casas" e escolher a casa — e quase todo mundo tem uma casa só. Clique obrigatório numa lista de um item não é navegação, é pedágio.
O Fluxograma: o que é pré-requisito de quê
NovoUm mapa dos onze documentos, na ordem em que nascem, com o balcão de cada um. Tocar num código leva à explicação.
Por quê: Quase ninguém está irregular por descuido. Está com um documento parado esperando outro que não sabia que vinha antes — e a porta que não abre parece sistema fora do ar.
A tela não rola mais para o lado com zoom alto
CorreçãoA palavra "Georreferenciamento" empurrava a página 93 pixels para a direita a 175% de zoom, numa tela de 375px.
Por quê: Rolagem horizontal é das piores coisas para quem lê com zoom alto: perde-se o começo da linha a cada linha. E o zoom alto aqui é o caso de uso, não a exceção.
O órgão responsável, no canto de cada card
AjusteCartório, INCRA, SICAR e Receita Federal ganharam cada um sua cor — as mesmas quatro das raias da Corrente.
Por quê: A pergunta que vem depois de "estou irregular?" é "irregular COM QUEM?". Quem lê que o polígono do CAR não fecha e vai ao INCRA perde a manhã no balcão errado.
Quatro páginas que não pedem conta
NovoA apresentação, o passo a passo, o Fluxograma e esta própria lista de novidades ficaram abertas. Quem chega de fora navega por elas sem entrar.
Por quê: O Fluxograma responde "por que o CCIR não sai" para qualquer proprietário rural do país, tenha ou não conta aqui — é a única parte do app que se explica sozinha. Deixá-la atrás do login seria escondê-la de quem mais precisa dela.
As pendências dizem, na primeira linha, o que fazer
AjusteCada exigência começa agora por um verbo — "Mande a matrícula", "Retifique o CAR", "Entregue a declaração do ITR até 30 de setembro" — ou por "Nada a fazer". E o fluxograma mostra o nome por extenso de cada sigla.
Por quê: O card da matrícula descrevia para que ela serve e nunca dizia o que fazer. A primeira correção usou "Sim —", que ficou pior: logo abaixo do título "A matrícula está no arquivo", o "Sim" era lido como confirmação dele, e o card afirmava ao mesmo tempo que o documento faltava e que estava lá.
A leitura em voz alta soletra as siglas
AjusteCCIR virou "cê cê i erre" e DITR virou "dê i tê erre". INCRA, CAFIR e SIGEF continuam palavras, porque é assim que se fala.
Por quê: O motor de fala em português lia "CCIR" como "ssir" — um som que não é nada. Num texto sobre prazo e imposto, isso apagava justamente a palavra que importa.
Um ajudante no canto da tela
NovoPergunte o que quiser sobre siglas, prazos ou o que fazer. Dentro de um imóvel, ele enxerga os números conciliados daquele imóvel e responde com eles. O botão traz o rosto de Santo Isidro, padroeiro dos lavradores, recortado dentro do mesmo polígono do ícone do aplicativo.
Por quê: O app diz o que está errado; faltava alguém para perguntar "e agora?". O contexto é montado no servidor a partir de uma lista fechada — vão as áreas e os alertas, não vão CPF, nome de cônjuge nem o texto dos documentos.
27 de agosto de 2026
Entrar é por código de 6 dígitos, não por senha
NovoO código chega no e-mail e vale por poucos minutos. Não há senha para esquecer nem para vazar.
Por quê: O usuário de referência tem visão muito prejudicada. Digitar seis dígitos grandes é mais fácil que uma senha, e não há nada a guardar em papel.
Casas: várias pessoas veem os mesmos imóveis
NovoUma casa reúne quem cuida dos mesmos imóveis. Quem é convidado entra com um código e vê tudo, sem precisar contribuir com documento nenhum.
Por quê: Imóvel rural de família é de várias pessoas, e quem guarda os papéis quase nunca é quem precisa deles na hora de vender ou inventariar.
Toda função do banco nasce fechada
AjusteUm gatilho revoga a permissão de execução de qualquer função nova assim que ela é criada. Abrir é sempre um ato explícito.
Por quê: No Postgres, função nova nasce executável por todo mundo. Foi a lição mais cara dos apps irmãos, e aqui ela virou trava em vez de lembrete.
21 de agosto de 2026
O Isidorus nasce — e nasce medindo
NovoOito documentos reais do Sítio dos Pinheiros foram lidos no primeiro dia: matrícula, CCIR, CAR, CAFIR, DITR e outros. Quatro áreas diferentes para o mesmo imóvel, e seis donos no cadastro da Receita que já eram dois desde uma compra e venda de 2016.
Por quê: Um app de documentos desenhado sem documentos na mão erra no que importa. A medição confirmou parte do desenho, corrigiu outra parte, e achou uma pendência com prazo correndo — antes da primeira linha de código.
O imóvel deixa de guardar a área
NovoEm vez de uma coluna "área", o imóvel tem N observações — cada uma com o documento de origem, o exercício e o trecho citado. A tela mostra um número por campo, calculado a partir delas.
Por quê: Guardar um número só obrigaria a escolher qual dos quatro documentos está certo, e a esconder os outros três. É justamente a divergência que este app existe para mostrar.